Estão ainda incluídas nos Anexos CITES algumas aves “Exóticas” correntemente apresentadas em concursos e objecto de reprodução em ambiente doméstico pelos nossos criadores como:
-Rola apunhalada (Gallicolumba luzonica)
-Tangará (Tangara fastuosa)
-Cardeais do género Paroaria e Gubernatrix cristata
-Carduelis Yarrellii
-Amandava formosa
-Padda fuscata (Pardal de Timor)
-Padda oryzzivora (Pardal de Java)
-Poephila cincta cincta (Bavete de Bico Preto)
-Gracula religiosa (Maina)
in: "http://forumdosexoticos.forumeiro.com/aves-exoticas-f1/cites-para-pequenos-exoticos-t1315-15.htm"
Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010
Terça-feira, 20 de Julho de 2010
Genética do Diamante Estrela
O Diamante Estrela tem na sua cor original surge-nos de cabeça vermelha, tendo surgido a cabeça laranja , existindo ainda nas duas cores de cabeça a mutação malhado e pastel.
Geneticamente a cabeça vermelha é dominante, bem como o malhado e a mutação cabeça laranja e pastel são dominantes ligadas ao sexo, ou seja:
Geneticamente a cabeça vermelha é dominante, bem como o malhado e a mutação cabeça laranja e pastel são dominantes ligadas ao sexo, ou seja:
- vermelho x laranja = machos vermelhos portadores de laranja e fêmeas vermelhas
- laranja x vermelho = machos vermelhos portadores de laranja e fêmeas laranjas
- vermelho portador de laranja x vermelho = machos vermelhos e machos vermelhos portadores laranja e fêmeas laranja e vermelhas
- vermelho portador de laranja x laranja = machos laranja e machos vermelhos portadores laranja e fêmeas laranja e vermelhas
Etiquetas:
Diamante Estrela,
Genética
Sábado, 17 de Julho de 2010
Quarta-feira, 14 de Julho de 2010
Viveiro exterior
Melhorando a qualidade de vida das minhas aves, ampliei as minhas instalações, construindo um viveiro exterior, com 2 gaiolas isoladas do restante viveiro, impedindo que as aves se misturem quando vem para o exterior vindo das voadeiras do interior.
As aves só tem acesso a agua, tendo que regressar as voadeiras interiores para se alimentarem.
Outra secção é onde tenho um casal de Bengalins da India, Mandarins de Timor, Bicos de chumbo e de Dominós.
Plantei diversas plantas, fiz uma pequena fonte com agua corrente, gota a gota em que o excesso rega as plantas que necessitam de mais agua, coloquei ramos de arvores, e um sistema de agua pulvorizada para as aves tomarem banho e tambem regar as plantas
Terça-feira, 13 de Julho de 2010
Dominó
Ave de origem da Índia e Tailândia com cerca de 12cm, o Dominó é uma ave que não é visível a distinção dos sexos, sendo que o macho canta uma música quase inaudível, verificando-se apenas o esticar do pescoço e o mexer das penas debaixo do bico. È uma ave que gosta de andar em bandos mesmo com aves de outras espécies e que se alimenta de mistura normal para exóticos, apreciando também sementes maiores, tipo as existentes na mistura de periquitos.
Considerada uma espécie de fácil criação, uma pequena caixa para o ninho basta, utilizando os mais diversos materiais ao seu dispor para fazer o ninho. Ambos os sexos chocam os ovos, consistindo a postura, entre 5-6 ovos demora 14 dias a incubar e as crias saem do ninho com aproximadamente 22 dias, tornando-se independentes ao fim de 3 semanas. Atingem a sua maturidade e muda completa com cerca de 7 meses. È uma ave que cruza facilmente com bengalim e que fica com melhor marcação do peito, sendo que pelo menos os machos serão férteis.
Segunda-feira, 12 de Julho de 2010
Plantas para aviarios exteriores
Estas são algumas das plantas que podem ser plantadas em aviários exteriores sem causar problemas as nossas aves. os nomes estão em latim para assim ser mais fácil a sua identificação.
- Humulus japonicus
- Sinarudinaria
- Rubus fruticosus
- Tropaeolum multiflorus
- Clematis
- Rosa canina
- Crataegus monogyna
- Lonicera
- Philadelphus coronarius
- Ipomaea
- Lathyrus latifolius
- Abies alba
- Viburnum opulus
- Vitis quinquefolia
Terça-feira, 15 de Junho de 2010
Melhoramento de côr e porte
Uma das tecnicas usadas para melhorar a cõr e o porte das aves é a seguinte:
1 Macho, 2 Fêmeas:
1 Macho, 2 Fêmeas:
Acasala-se o macho com as duas femeas (uma de cada vez, claro)
Dos filhos da Fêmea1 e da Fêmea 2 formam-se um ou mais casais e obtem-se as crias desejadas.
Das filhas que sairem de ambas as fêmeas vai-se acasalar uma fêmea com o pai e obtem-se as crias desejadas.
De entre os filhos daí resultantes poderão fazer-se mais casais...
Este principio básico aplica-se não tendo em conta se as mutações são recessivas, dominantes ou dominantes ligadas ao sexo. Ao acasalar as aves já tem de se ter isso em conta, bem como as aves portadoras que surgem desses acasalamentos e trabalhar com elas para se atingir o objectivo pretendido.
Distinção sexo nos Bichenov
Uma das diferenças de sexo nos Bichenov é visivel na extremidade da cabeça onde no macho a mancha de cor negra é maior e mais definida que na fêmea.
As aves da foto são um casal reprodutor.
Aquisição recente
Por motivos profissionais um amigo cedeu-me este casal, do qual ja tinha tirado 12 filhotes.
Após 2 semanas em minha casa começaram a pôr, tendo neste momento já 2 crias anilhas e fora do ninho.
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