terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Algumas fotos

Fotos de algumas aves novas.
Aves ainda em muda...





























































































































































sábado, 14 de fevereiro de 2009

Distinção de sexo nos exóticos









Tenho reparado que nos bengalins existe uma certa diferença a nível do bico, e esta diferença é mais acentuada num dos sexos e consiste no comprimento da mandíbula inferior que nos machos vem mais abaixo do olho. Pode ser ou não mas é um sinal que tenho tido em atenção para sexar aves e não tenho falhado por muito...


















Nos Goulds é facil reconhecer femeas e machos pois a diferenciação na cor é evidente, excepto em azuis de peito branco mas aí uma vista mais detalhada dá para identificar pois o branco dos machos é mais limpo. Nos amarelos de cabeça preta apenas os machos tem coloração cinza e na femea passa a branco assim como machos de dupla diluição. Nos pratas é a mesma situação, é pelo brilho do peito e tambem na definição da cor da cabeça.











Nos estrela tambem é facil distinguir, no macho a cabeça é toda vermelha e na femea o vermelho não passa para tras da linha dos olhos. Nos laranja é igual

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Diamante de Gould, mutação diferente

Foi uma ave sempre muito fraca, desde a nascença...











Na muda da pena pensei que morria pois sempre muito embolada, fraca, e com muitas dificuldades em mudar pois comparada com os irmãos de ninhada demorou quase o dobro do tempo.





No fim da muda apresentou-se com esta coloração nas costas, é uma femea verde de peito roxo e cabeça preta, com o ventre amarelo, o que nunca poderia ser uma ave azul! Mas nas costas a cor predominante é azul misturado com verde !!!

Segundo um Site belga a esta mutação deram o nome "Noble blue" que traduzido a letra significa"azul nobre". Esta é a foto dessa ave e segundo o criador apos a muda a ave ficou toda verde nas costas.

domingo, 9 de novembro de 2008

Diamante Mandarim

Algumas fotos de mandarins , não são todas as cores que tenho mas já dá para uma pequena amostra

Malhado

Agata

Bochecha branca

Branco bochecha negra
Phaeu prata

Phaeu

Branco

bico amarelo

Cinzento poupa

prateado poupa

Peito laranja/peito negro

diluido cinzento
cinzento peito negro

castanho peito negro

cinzento

bochecha negra

face negra

sábado, 6 de setembro de 2008

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Bengalim

Esta ave não se encontra em estado selvagem na natureza, foi criada pelo homem a partir de cruzamentos de aves da espécie “lonchura”. O sexo não é visivelmente visível pois não existe diferença na coloração, o macho canta e a fêmea põe ovos! Apesar de um olho mais treinado conseguir encontrar algumas diferenças a nível do bico esta técnica não é 100% fiável.
Ave de comportamento calmo e que convive bem com qualquer ave do mesmo porte, sendo que na criação em cativeiro não convem ter mais de um ou 2 casais pois tem tendência para dormirem todos no mesmo ninho. São aves resistentes, tanto no interior como no exterior, com abrigo. A alimentação é a básica para exóticos com uma boa mistura e com suplemento de papa de ovo e grit.
São aves activas e gostam de se banhar. São excelentes criadores, em gaiola individual de preferência, sendo muitas vezes usados como amas para outras aves australianas e com pouco êxito, de africanas. Existem numa grande variedade de tons, castanho, preto, cinza, pastel, moca e perlado, com poupa, malhados e até frisados.
É uma ave que se reproduz bastante bem, daí ser usada como ama, ao casal ou em trios, 2 machos e uma femea ou 1 macho e 2 femeas. Em trios que se deem bem os resultados são visiveis,crias melhor alimentadas logo mais fortes.
Criam em ninhos fechados mas tambem em ninhos abertos, utilizando por vezes pouco material para os ninhos, pelo que recomenda-se o uso de base de ninho para canário no interior dos ninhos fechados.
Quanto a servirem de amas para outros exoticos, por vezes tambem falham pelo que é aconselhavel colocar ovos de aves mais dificeis em casais de confiança. Por vezes ao criarem africanos alimentam-nos os primeiros dias e depois deixam de lhes dar comida.