sábado, 21 de novembro de 2009

Mandarim de Timor

O Mandarim de Timor não é mais que uma sub-espécie da raça australiana, Diamante Mandarim, no entanto e apesar de espécies distintas, em muitos aspectos poderiam ser considerados outra espécie, sendo considerados espécie diferenciada, tratando-se nada mais que uma versão menor do mandarim Australiano.
Machos: os machos do Mandarim de Timor tem uma pequena barra no peito e na garganta quase que desapareceu, em comparação com o Mandarim australiano. Entre o bico e a garganta as listas estão completamente ausentes, o canto é também maior e mais rápido, sendo o peso da ave de aproximadamente 10.5gr.
Fêmeas: de porte igual aos machos mas de cor cinza mais escura que as fêmeas do mandarim australiano.

Dieta
A mistura é idêntica à mistura normal para exóticos, tendo estas pequenas aves uma preferência para as sementes menores da mistura e podendo deixar de lado o milho alvo branco grande da mistura. Papa de ovo, verdura e sementes germinadas bem como grit e casca de choco são apreciadas por esta ave.
Criação
O Mandarim de Timor tem um temperamento idêntico ao do primo australiano. Precisam de uma caixa para o ninho, que vão encher com praticamente o que encontrarem sendo que fibra de coco e penas permitem as aves testar as suas habilidades de tecelagem para a construção de ninhos bastante elaborados. O ninho é cheio até ao buraco de acesso para assim as aves possam manter vigiada as imediações do ninho. A postura média é de cerca de 5-6 ovos incubados durante 12 dias. Os jovens permanecem no ninho aproximadamente 18 dias, cinzentos e com o bico preto. Muitos dos machos já vão mostrar algumas marcas no peito e até mesmo um traço ocasional de laranja na bochecha, tornando-se independentes após 14-21 dias. Reproduzem-se facilmente em gaiola ou viveiro, individualmente ou em colónia se bem que em colónia é preferível pois será interessante observar o seu comportamento e para as aves escolherem o seu par. 3 casais em viveiro será o ideal. São pacíficos e dão-se bem na maioria das colónias mistas sendo aves muito hiperactivas e sendo de pequeno porte devem será tratados como tal, não como mandarins normais, não querendo dizer que não sejam resistentes mas são um bocado sensíveis a temperaturas mais baixas e são mais susceptíveis de adoecer.
A sobrelotação da colónia deve ser evitada pois as crias são abandonadas mais rapidamente e poderão ainda não estar completamente independentes.
Notas:
O mandarim de Timor não deve ser alojado com o Mandarim Australiano na época de reprodução pois facilmente cruzam-se entre eles e perdem as suas caracteristicas originais.
Mutações:
Não são conhecidas de momento o que não significa que poderão surgir, pelo cruzamento com o mandarim normal.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Mandarins de Timor

Por troca com um amigo, arranjei 3 casais de Mandarins de Timor. Nunca criei com esta espécie antes, vou ter de pesquisar e depois transmitir o que aprendi!