sábado, 4 de dezembro de 2010

O D. Mandarim Peito Negro

A sua característica mais evidente, um aumento tamanho e de cor negra da barra do peito. Esta barra é esticada para cima e invade o zebrado debaixo do bico.
Nas aves de exposição o peito deve ser completamente negro ou pelo menos abaixo do queixo.
A marca das bochechas no macho é ampliada e estende-se até o topo da cabeça e pescoço.
As asas do macho e da fêmea, tem os bordos castanhos com contorno branco, creme na fêmea, o que produz um design exclusivo desta mutação.
Nos flancos, as marcações laterais não são arredondadas mas sim ovais ou alongadas tipo pingo. Nas fêmeas, os flancos são mais pálidos que as fêmeas que não são peito negro.
O desenho da cauda, macho e fêmea, nesta mutação não existe, sendo que as penas passam de xadrez quadriculado para alongado. As penas ganham uma cor branca cremosa
Linha do bico e olhos, macho e fêmea, é afectada pelo factor peito negro em que a lágrima desaparece, o bigode é acentuado.

A mutação Peito Negro é recessiva. Do cruzamento de Peito Negro com outra mutação (não importa o sexo) na primeira geração nascida, nenhuma ave é peito negro apesar de todos serem portadores, reconhecendo-se marcas na ave que revelam esse gene: marcação junto ao olho, marcação dos flancos arredondada, asas com penas ligeiramente marcadas, barra do peito alongada, zebrado estende-se aos flancos e o rabo tem um zebrado descontínuo.

EXPOSIÇÃO
A maioria das aves que portam este factor apresentando uma ou mais destas características não servem para exposição.
Apesar da sua cor atractiva, não se vêem muitas destas aves em exposições. O grau de dificuldade em conseguir um bom exemplo é realmente muito alto, pois o macho deve expressar os seguintes efeitos:
- A cor preta do peito que se estende o mais alto possível para a parte inferior do bico, uma área de zebrado é aceite mas não uma mancha branca.
- As marcas no rosto têm que ser simétricas, regulares e lineares, os desenhos das asas simétricos.
- Desenho dos flancos simétricos, regularmente distribuídos com desenho oval claramente visível e regular.  Não servem desenhos muito turvos, brancos e desordenados.
- O desenho do rabo deve ser alongado.
- Não deve ter lágrima e ter a linha do bico, bigode, bem delineada.
Além de ter a cor certa está sujeita ao tipo, tamanho, condição, etc.

O Diamante Mandarim de Peito Negro, por causa de sua beleza é uma ave de exposição difícil.


Danny Roels
Traducción de Ángel Luis Rodríguez Barbero de un texto italiano de Manuele Piccinini

Os critérios de selecção do Bengalim do Japão Preto-Castanho

Espécie criada por criadores chineses e japoneses resultado do cruzamento de diferentes espécies de Lonchura, que influenciaram a sua cor, em que o cruzamento com Lonchura Striata e Lonchura Punctulata ainda hoje contribui para o melhoramento da taxa de oxidação da cor, utilizados os híbridos férteis.
No preto-castanho observa-se uma oxidação da plumagem, pernas e maxilar superior não impedindo os padrões da espécie, mas realçando a cor.

DESENHO
- Máscara, barra do peito, pescoço e bochechas de cor uniforme, o crânio, pescoço, bochechas, garganta e barras do peito delimitadas por uma linha de transição uniformemente curvada, sem cortes.
A barra do peito extensa, sobre o peito e estendendo-se sobre os flancos bem definidos e contrastados pelo desenho escamado da barriga.
- Dorso e asas marcados com estrias finas de cor clara, a cauda delimitada por uma linha desde a região anal, o desenho do ventre regular e contrasta com a cor de fundo.
- Na barriga é elaborado, a partir da linha do peito para a região anal por um escamado o mais escuro possível, contrastando com a cor de fundo branca.


COR
Maxila superior: preto; Mandíbula: pérola negra; O bico deve estar em harmonia com a cor da testa; Mascara, Barra do peito, pescoço e bochechas, castanho-escuro; Barriga: o padrão em "V" de castanho-escuro, contrasta com a cor de fundo branco a mais nítida possível; Cauda: castanho-escuro; Cobertura da asa e do dorso: castanho-escuro com estrias claras; Olhos: Preto; Pernas: cinzento-escuro, quase preto; Unhas pretas.

Selecção de casais
Depois escolhidos os indivíduos com as características ideais de cor e desenho, não deixando de lado os requisitos de tamanho mínimo, 12,5 cm. A presença de uma estrutura harmónica e arredondada, uma posição vigorosa e também ter em conta a plumagem característica do casal, pois há aves com plumagem de escamas longas ou nevadas e outras de plumagem curta e intensa em que melhor expressa a cor, chegando a eliminar o desenho estriado do dorso pela cor intensa.
Geralmente, aves de cor intensas ou escama curta tendem a ter menos porte, logo um aspecto menos vistoso. Em contrapartida, as aves com plumagem longa e nevada desfrutam de uma vista mais harmoniosa, mas perdem por não expressarem bem a cor, devido ao comprimento da escama, tornando-se a cor menos nítida devido à cor de fundo.
Por isso, importa considerar estes aspectos na selecção de reprodutores, pois se generalizar o cruzamento entre as aves de plumagem curta e pouco porte, estas ficam ainda menores, com estruturas ósseas alongadas sem curvase coma falta de expressão devido à saturação de cor.
Da mesma forma, o acasalamento constante entre exemplares de plumagem larga levará a uma perda de contraste de cor, originando aves mais arredondadas, de posição inadequada devido ao volume.
Por conseguinte, é necessário fazer o acasalamento de forma a que acasalando exemplares de escama curta com escama larga, ambos de bom porte, forma, cor e desenho, a fim de manter o desenho e a cor dentro dos parâmetros desejados, sem afectar a forma e o tamanho das crias, os de escama curta para exposição e os de escama larga que servirão para reprodução, atendendo as características de perda de design e tamanho.


Bibliografia
Estándar de la Isabela del Japón del Colegio de Jueces Focde. www.focde.com

Defeitos morfológicos do Diamante Mandarim

Nós todos temos mais ou menos uma ideia do D. Mandarim ideal, onde podemos melhorar o desenho e a cor, realizando os cruzamentos compensatórios adequados, tendo um cuidado especial para não perder o que temos conseguido.
Apesar dos nossos esforços, de vez em quando aparecem factores negativos na forma dos nossos exemplares. Na maioria dos casos, esses defeitos morfológicos são devido a uma soma de genes recessivos que permanecem ocultos nas aves, e que, produzem efeitos negativos como defeitos físicos, se não se eliminar a reprodução desses indivíduos.
Alguns defeitos físicos mais comuns são a queda da cauda ou cadente, (Figura n º1), geralmente motivado por um defeito na musculatura caudal, que não está solidamente ligada aos ossos pélvicos ou a falta de músculo ou anatomia patológica da pelve. Quanto mais longa for a cauda é maior a probabilidade desta falha, que normalmente é transmitida de uma parte dominante, pois na mesma ninhada aparecem aves afectadas por este problema e outras não, podendo no entanto ser portadoras deste defeito em maior ou menor grau.
Não deve ser confundido com estado de fraqueza temporária ou cansaço, devendo uma observação ser contínua para garantir que é um defeito.
Outro defeito muito comum é o papo descaído, (Figura n º 2). A origem deste problema poderia ser a dilatação do intestino da ave, que não é devido a causas patológicas, se não a falta de tônus muscular nos músculos peitorais, que decorrem da estrutura do peito, que tende a ser estreita e impede que os músculos realizar a expansão.
Em outras ocasiões, devido a uma tendência a acumular gordura nessa área, desaparecendo momentaneamente esse perfil após dieta e perder peso. Este defeito parece ter uma transmissão parcial, especialmente os machos se o pai que tinha o mesmo problema.
Outro defeito menos comum é o corte no pescoço (Figura n º 3), o que faz a cabeça ficar fora da linha do dorso, que vê a sua linha interrompida nessa região. Ocorre em aves de ambos os sexos, mesmo que os pais não apresentem esse problema, surgindo de um gene recessivo, podendo estar ligado a aves de tamanho pequeno, com pouco músculo e uma cabeça pequena, em exemplares de baixa qualidade.
Figura No. 4, uma ave com asas caídas e destacadas do corpo, de forma sobrecarregada, de cabeça erguida e plana. Felizmente, este defeito ou conjunto de defeitos, não é frequente, não devendo ser usados para reprodução. Outros defeitos podem ser confundidos com doenças virais, paralisias ou trauma.
Na figura n º 5, observa-se um descolamento da pálpebra inferior do olho, expondo a mucosa, que aparece limpa sem sintomas de infecção ou organismos estranhos e é devido a um relaxamento excessivo do muscular orbital ou pele excessiva sob os olhos, talvez porque a estrutura óssea do crânio é muito grande e não é acompanhado pelo desenvolvimento posterior da pele. Os exemplares que apresentam esse problema não parecem sentir o desconforto, embora em situações de stress essa situação agrava-se, deixando a ave impedida para concurso, sendo desqualificada. Gene dominante incompleto pois de aves afectadas por este defeito, podem nascer aves com este problema mais ou menos acentuado.
Na Figura n º6, o padrão de retorno da asa, devido a uma perda de funcionalidade dos tendões da ponta da asa, faz com que esse ponto permaneça flectido em direcção ao corpo, sobre o dorso, enquanto o ala está em repouso e produzir um efeito de penas torcidas, porque as penas primárias são quase perpendicular ao eixo da asa. As aves afectadas voam normalmente, mas tem algum desconforto quando dobram a asa pois essas penas impedem-nas de colocar a asa direita chocando com as penas secundárias, levantando-as.
 Esse problema ocorre em aves que não sofrem desse defeito, pois as causas podem ser muitas, desde ferimentos involuntários, mesmo no ninho, deformidades ósseas congénitas, deficiências de vitaminas durante o crescimento e desenvolvimento, ou quedas na saída do ninho.


Por Ángel Luis Rodríguez Barber

terça-feira, 23 de novembro de 2010

O Bico de Prata e o Bico de Chumbo

BICO DE PRATA

Com o nome científico Lonchura Cantans, o Bico de Prata ocupa uma parte do deserto do Sahara sul, espalhados em pequenas populações adaptadas às condições geográficas dos diferentes meios disponíveis, dando origem a quatro subespécies: - Cantans Cantans Euodice, que apresenta uma cor mais clara e um tom acinzentado, com as penas da asas mais escuras, de barriga de cor castanha suave e flancos de cor creme; - Cantans inornata Euodice, de cor escura, provavelmente em relação ao clima húmido em que habita; - Cantans meridionalis Euodice, de cor creme muito pálida com listas nos flancos mais pronunciadas do que nos outras subespécies e; Cantans orientalis Euodice, mais claro sobre as costas e de tom quase branco no peito, bem como a falta de faixas nas laterais.
Os criadores de apenas reconhecem as subespécies Cantans e Orientalis afirmando que estas duas subespécies representam os extremos de evolução da espécie, diferentes uns dos outros o suficiente. Na verdade, a subespécie
Cantans tem coloração mais clara e mais viva nos flancos exibindo um raiado tom castanho muito marcado.
A subespécie orientalis é mais escura e nos flancos, sem listas,
sendo o peito mais claro e o desenho do dorso mais pronunciado do que o Cantans.

BICO DE CHUMBO


Originário da Ásia, Golfo do Malabar, daí o seu nome científico malabarica com uma distribuição ampla não tem subespécies ou raças. 
Existe literatura que considera que a relação entre o Bico de Prata e o Bico de Chumbo é a mesma espécie e dada a considerável distância geográfica que os separa, pensa-se que o processo de separação genética é recente.
Teriam sido os marinheiros portugueses (que vieram para a Índia depois circunavegar o continente Africano) que introduziram o Bico de Chumbo em África no século XVI, cujas populações têm sido a origem do Bico de Prata, estabelecendo várias colónias diferentes da mesma espécie, cujos indivíduos se foram adaptando às novas condições ambientais.
Fora dessa hipótese, não se vê como poderia haver duas espécies geneticamente muito semelhantes em lugares tão diferentes, sem que isso signifique diferenças importantes.
À primeira vista, não existe diferença entre o Bico de Chumbo e o Prata em tamanho e postura. A diferença de cor entre eles é inexistente tendo ambos a cauda da mesma forma e com a mesma cor negra, bem como as penas.
Têm o mesmo corpo cinzento-castanho, que não mostra diferença entre as duas espécies, mesmo observado de perto. A não ser quando observamos as duas espécies, uma ao lado da outra, aparecem algumas diferenças no desenho da plumagem, como o Bico de Prata tem a zona da cloaca e subcaudal negra, o Bico de Chumbo tem branco, assim como as penas debaixo da cauda. A cabeça, face, pescoço, garganta, peito e ventre do Bico de Chumbo são uma cor branco acinzentado, menos castanho do que no Bico de Prata.
A diferença de cor pode ser justificada pela influência do clima sendo o comportamento do Bico de Chumbo mais tranquilo, tendo o Bico de Prata um cantar mais forte e repetitivo, daí o termo Cantans (canto).
As diferenças no canto não afectam o comportamento sexual, sendo que o acasalamento entre as duas espécies não causa quaisquer problemas e por causa da similaridade de seus mapas genéticos, todos aqueles que nasceram de um cruzamento entre Bico de Prata e Bico de Chumbo ou vice-versa, são perfeitamente fecundos.
Então, nós teríamos uma única espécie com cinco subespécies:
-Euodice cantans cantans
-Euodice cantans inornata
-Euodice cantans meridionales
-Euodice cantans orientalis
-Euodice cantans malabárica

A EVOLUÇÃO DA COR E DESENHO

Muitas vezes, a evolução da cor e desenho aumenta a cor branca da face, pescoço, garganta, peito e a zona subcaudal. Frequentemente a evolução da cor surge com a evolução, criando um design colorido e atraente que faz o pássaro mais marcante.

HÍBRIDOS
Os primeiros criadores que cruzaram as espécies Cantans e malabarica, descobriram que os híbridos, tiveram uma coloração intermediária entre as duas espécies, apresentando os híbridos a zona da subcauda rosa ou vermelho.
A cor castanha é mais carregada e as estrias transversais dos flancos são mais pronunciadas que no Bico de Chumbo mas menos que no Bico de Prata. A cor da cabeça também é intermédia, um castanho escuro como o Bico de Prata e com vestígios de cor do Bico de Chumbo, especialmente no rosto, queixo e pescoço. Ao comparar as penas da garupa é de notar que Bico de Prata é preto e no Bico de Chumbo são brancas em 2 / 3, com base preta e 1 / 3 branco da dos híbridos. Tudo isso mostra que os híbridos são uma nova forma intermédia entre duas espécies, desaparecendo em posteriores cruzamentos.
Resta agora explicar o rosa ou castanho avermelhado, como no caso que vemos no Mandarim Phaeu e Bengalim do Japão Castanho-vermelho Pastel .

MUTAÇÕES PELA DOMESTICAÇÃO.
A domesticação é a evolução por mutação e selecção sob a influência humana.
Várias mutações surgem no Bico de Chumbo e Bico de Prata e dada a fertilidade de seus híbridos, essas mutações passam de uma e outra espécie para o bem comum de ambos.

- Mutação ventre escuro.
 
Bico de Prata ventre escuro


 



Surgiu no Bico de Prata, constituído por um escurecimento das penas não pigmentadas do ventre assim como das asas e rabo. Além disso, o corpo tem um belo castanho, apenas estriado nos flancos. Observa-se também uma clara separação entre a cor preta da barriga e peito castanho. A extensão da mancha escura do ventre, pode ser usada como critério para determinação do sexo, uma vez que é apresentado no maior comprimento nos machos que nas fêmeas. É uma ave de mutação recessiva.
 
- Mutação castanha ou Creme.
Bico de Chumbo Castanho

Esta mutação impede o estágio final da oxidação negra tornando a ave castanha. É uma ave de mutação recessiva. Surge no Bico de Chumbo e o parte superior do rabo branca, indicando que surgiu em um exemplar puro sem cruzamento com Bico Prata.











- Mutação Pastel.

Bico Chumbo PASTEL

Surgiu no Bico de Chumbo e foi transferido para o Bico de Prata afectando igualmente os seus pigmentos.

Observando os Bicos de Prata e Bicos de Chumbo, repara-se que a espécie Cantans tem a mesma cor e desenho e que nos de espécies malabarica existem variações.Aves de mutação recessiva ligada ao sexo.









Mutação Ino

Bico de Prata INO

A mutação Ino, que impede qualquer expressão de cor preto e castanho, daí resultando o um pássaro completamente branco com olhos vermelhos. Ave de mutação recessiva ligada ao sexo.













- Mutação Opala.
Bico Chumbo OPALA
Surgido diluindo a cor negra torna-a em cinza e a cor castanha permanece discreta faz com que o negro seja mais abundante no interior da plumagem. Ave de mutação recessiva.












COMPORTAMENTO


Tanto o Bico de Prata como o Bico de Chumbo são aves resistentes, procriando com temperaturas a partir de 15 º C e 11 horas de luz. São aves granívoras alimentando-se de uma boa mistura para exóticos, verduras , osso de choco e grit mineral. Apreciam um banho diário em recipientes pequenos e pouco profundos. Quando bem cuidados reproduzem-se com facilidade, tirando até quatro ninhadas por ano. Constroem seus ninhos dentro de uma caixa cúbica utilizando galhos de arbustose fibras de origem vegetal e animal.
 O macho canta e dança durante a corte, trazendo algum material do ninho no bico. Quando as últimas notas do canto intensificam, a fêmea agacha-se e abana a cauda indicando que está pronta para acasalar Fazem posturas de 4-7 ovos,incubados a partir do 3º ovo, a incubação é feita por ambos, alternadamente ao longo do dia e dormindo os dois no ninho durante a noite.
A partir de 12 º ou 13 º dia de incubação nascem os filhotes, alimentados durante os primeiros dias por uma papa feita a partir de alimentos regurgitados, no bico, desproporcional, cercado por marcações amarelas e balançando a cabeça em um semicírculo. No sexto dia, começam a ser alimentados com sementes pré-digeridas.

Os filhotes saem do ninho ao fim de 30 dias e passam o dia junto, sendo chamado pelos seus pais para dormir dentro do ninho, que depois vão dormir noutro lugar. Depois do desmame, os jovens ainda não têm a cor normal. Após duas semanas são totalmente independente, apesar de serem muito sociais com seus pares.

Artigo AMCA

Fotos FOCDE exóticas (www.focde.com)


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Mandarim Pastel - Ficha técnica



      A diluição da cor afecta toda a ave em si, sendo importante uma ave de cor uniforme, podendo ser combinada com qualquer mutação, o cruzamento nem sempre é aconselhável.

      O desenho é afectado na lágrima, face, cauda, flancos e barra do peito. Os defeitos que podem surgir são a falta de uniformidade na cor do dorso, as penas das asas com variações de cor, no desenho a cor deve ter a mesma intensidade, e as bochechas ser de cor uniforme não existindo variação junto da lágrima e todo o desenho dos flancos ser de cor sólida e pontos visíveis.

Diamante Mandarim Cinzento Pastel
      A lágrima é de cor cinza claro bem como a zona à volta do bico, bigode, sendo que entre o bico e a lágrima deve ser branco, a bochecha ser de cor branca/creme assim como os flancos com os pontos redondos em branco, o dorso deve ser de cor cinza claro, bem como a barra do peito, a cor da cabeça e pescoço, as asas de cinza prata, o ventre branco, a zona da cloaca creme e branca sendo penas da cauda zebradas de branco e cinzento claro, o bico vermelho, pernas e unhas vermelho/laranja e os olhos escuros.
Fêmea: a lágrima é de cor cinza claro bem como a zona debaixo do bico sendo que entre o bico e a lágrima deve ser branco, a bochecha ser de cor cinza/prata mais clara na parte traseira, o peito cinza/prata, as asas de cinza/prata uniforme podendo ser mais claras mas nunca branco, o ventre branco, a zona da cloaca creme sendo as penas da cauda zebradas de branco e cinzento claro, o bico laranja/vermelho, pernas e unhas laranja/vermelho e os olhos escuros.
Defeitos: falta de uniformidade na sombra dos desenhos dos bigodes, lágrima, barra do peito e cauda, na cor da parte traseira, zebrado no maxilar inferior incompleto, a barra do peito sem bordas em bico, pontos brancos do flanco dispersos e sem definição.
Pontos positivos: a cor do dorso o mais uniforme possível bem como os desenhos de tom uniforme e bem definidos.


Diamante Mandarim Castanho Pastel
      A lágrima é de cor castanho claro bem como o bigode, sendo que entre o bico e a lágrima deve ser branco, a bochecha ser de cor branca/creme, os flancos creme/laranja claro com os pontos redondos em branco, o dorso deve ser de cor castanho claro, bem como a barra do peito, a cor da cabeça e pescoço, as asas em cor creme podendo ser mais claras na ponta mas não branco, o ventre creme, a zona da cloaca creme e branca sendo as penas da cauda zebradas de branco e castanho claro, o bico vermelho, pernas e unhas vermelho/laranja e os olhos escuros.
Fêmea: a lágrima é de cor castanha clara bem como a zona debaixo do bico sendo que entre o bico e a lágrima deve ser branco, cabeça de cor castanha clara com bochecha da cor da cabeça mas ligeiramente mais clara mais clara, o peito creme ligeiramente mais claro que a cabeça , as asas de creme uniforme podendo ser mais claras nas pontas mas nunca branco, o ventre creme claro bem como a zona da cloaca sendo as penas da cauda zebradas de branco e castanho claro, o bico laranja/vermelho, pernas e unhas laranja/vermelho e os olhos escuros.
Defeitos: falta de uniformidade na sombra dos desenhos dos bigodes, lágrima, barra do peito e cauda, na cor da parte traseira, zebrado no maxilar inferior incompleto, a barra do peito sem bordas em bico, pontos brancos do flanco dispersos e sem definição.
Pontos positivos: a cor do dorso o mais uniforme possível bem como os desenhos de tom uniforme e bem definidos.

Diamante Mandarim Cinzento  Pastel Dorso Claro
     A lágrima é de cor preta bem como o bigode junto do bico sendo que entre os dois deve ser branco, a bochecha ser de cor branca, os flancos laranjas com os pontos redondos em branco, peito preto e branco com barra preta, cabeça de cor cinza prata, as asas de cinza prata mais claras que a cabeça, o ventre branco puro (distinto do cinzento diluído), as penas da cauda cinzentas zebradas de negro sendo o bico vermelho, pernas e unhas vermelho/laranja e os olhos escuros.
Fêmea: A lágrima é de cor preta bem como junto do bico sendo que entre os dois deve ser branco, a bochecha ser de cor cinza muito clara assim como os flancos, o peito branco/creme desbotado, as asas de cinza/prata uniforme podendo ser mais claras mas nunca branco, o ventre branco, a zona da cloaca branca sendo as penas da cauda cinzentas zebradas, o bico laranja/vermelho, pernas e unhas laranja/vermelho e os olhos escuros.
Defeitos: falta de uniformidade na sombra dos desenhos dos bigodes, lágrima, barra do peito e cauda, na cor da parte traseira, zebrado no maxilar inferior incompleto, a barra do peito sem bordas em bico, pontos brancos do flanco dispersos e sem definição. Quebra ou falta de cor entre pescoço, cabeça e asas, sendo o distanciamento menor nas fêmeas. Presença de marcações negras no peito das fêmeas,
Pontos positivos: a cor do rosto o mais branco possível, bem como os desenhos de tom uniforme e bem definidos. A diferença de cor em volta do pescoço bem definida em relação ao dorso.

Diamante Mandarim Castanho Pastel Dorso Claro
     A lágrima é de cor castanho-escuro bem como o bigode junto do bico sendo que entre os dois deve ser branco, a bochecha ser de cor branca, os flancos laranja claro com os pontos redondos em branco, peito em castanho-escuro e branco com barra castanho-escuro, cabeça de cor creme claro sendo diferente da cor do dorso, as asas de creme mais claras que a cabeça, o ventre branco puro (distinto do cinzento diluído), as penas da cauda creme zebradas sendo o bico vermelho, pernas e unhas vermelho/laranja e os olhos escuros.
Fêmea: A lágrima é de cor castanho-escuro bem como junto do bico sendo que entre os dois deve ser branco, cabeça de cor mais escura que o dorso, a bochecha ser de cor creme muito clara assim como os flancos, o peito branco/creme desbotado, as asas de cinza/prata uniforme podendo ser mais claras mas nunca branco, o ventre branco, a zona da cloaca branca sendo as penas da cauda castanhas zebradas, o bico laranja/vermelho, pernas e unhas laranja/vermelho e os olhos escuros.
Defeitos: falta de uniformidade na sombra dos desenhos dos bigodes, lágrima, barra do peito e cauda, na cor da parte traseira, zebrado no maxilar inferior incompleto, a barra do peito sem bordas em bico, pontos brancos do flanco dispersos e sem definição. Quebra ou falta de cor entre pescoço, cabeça e asas, sendo o distanciamento menor nas fêmeas. Presença de marcações castanhas no peito das fêmeas,
Pontos positivos: a cor do rosto o mais branco possível, bem como os desenhos de tom uniforme e bem definidos. A diferença de cor em volta do pescoço bem definida em relação ao dorso.



Anno 2009, CTN IEI - Ficeti, Caimi, Piccinini

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

CITES - exoticos que necessitam

Estão ainda incluídas nos Anexos CITES algumas aves “Exóticas” correntemente apresentadas em concursos e objecto de reprodução em ambiente doméstico pelos nossos criadores como:
-Rola apunhalada (Gallicolumba luzonica)
-Tangará (Tangara fastuosa)
-Cardeais do género Paroaria e Gubernatrix cristata
-Carduelis Yarrellii
-Amandava formosa
-Padda fuscata (Pardal de Timor)
-Padda oryzzivora (Pardal de Java)
-Poephila cincta cincta (Bavete de Bico Preto)
-Gracula religiosa (Maina)


in: "http://forumdosexoticos.forumeiro.com/aves-exoticas-f1/cites-para-pequenos-exoticos-t1315-15.htm"

terça-feira, 20 de julho de 2010

Genética do Diamante Estrela

     O Diamante Estrela tem na sua cor original surge-nos de cabeça vermelha, tendo surgido a cabeça laranja , existindo ainda nas duas cores de cabeça a mutação malhado e pastel.
    Geneticamente a cabeça vermelha é dominante, bem como o malhado e a mutação cabeça laranja e pastel são dominantes ligadas ao sexo, ou seja:
  • vermelho x laranja = machos vermelhos portadores de laranja e fêmeas vermelhas
  • laranja x vermelho = machos vermelhos portadores de laranja e fêmeas laranjas
  • vermelho portador de laranja x vermelho = machos vermelhos e machos vermelhos portadores laranja e fêmeas laranja e vermelhas
  • vermelho portador de laranja x laranja =  machos laranja e machos vermelhos portadores laranja e fêmeas laranja e vermelhas
A mesma analogia tanto serve para a cabeça laranja como para o corpo pastel e para o normal cabeça vermelha e malhado.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Viveiro exterior

        Melhorando a qualidade de vida das minhas aves, ampliei as minhas instalações, construindo um viveiro exterior, com 2 gaiolas isoladas do restante viveiro, impedindo que as aves se misturem quando vem para o exterior vindo das voadeiras do interior.

    As aves só tem acesso a agua, tendo que regressar as voadeiras interiores para se alimentarem.

    Outra secção é onde tenho um casal de Bengalins da India, Mandarins de Timor, Bicos de chumbo e de Dominós.
    Plantei diversas plantas, fiz uma pequena fonte com agua corrente, gota a gota em que o excesso rega as plantas que necessitam de mais agua, coloquei ramos de arvores, e um sistema de agua pulvorizada para as aves tomarem banho e tambem regar as plantas

terça-feira, 13 de julho de 2010

Dominó

      Ave de origem da Índia e Tailândia com cerca de 12cm, o Dominó é uma ave que não é visível a distinção dos sexos, sendo que o macho canta uma música quase inaudível, verificando-se apenas o esticar do pescoço e o mexer das penas debaixo do bico. È uma ave que gosta de andar em bandos mesmo com aves de outras espécies e que se alimenta de mistura normal para exóticos, apreciando também sementes maiores, tipo as existentes na mistura de periquitos.

      Considerada uma espécie de fácil criação, uma pequena caixa para o ninho basta, utilizando os mais diversos materiais ao seu dispor para fazer o ninho. Ambos os sexos chocam os ovos, consistindo a postura, entre 5-6 ovos demora 14 dias a incubar e as crias saem do ninho com aproximadamente 22 dias, tornando-se independentes ao fim de 3 semanas. Atingem a sua maturidade e muda completa com cerca de 7 meses. È uma ave que cruza facilmente com bengalim e que fica com melhor marcação do peito, sendo que pelo menos os machos serão férteis.

Fotos 2010

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Plantas para aviarios exteriores

Estas são algumas das plantas que podem ser plantadas em aviários exteriores sem causar problemas as nossas aves. os nomes estão em latim para assim ser mais fácil a sua identificação.
  • Humulus japonicus
  • Sinarudinaria
  • Rubus fruticosus
  • Tropaeolum multiflorus
  • Clematis
  • Rosa canina
  • Crataegus monogyna
  • Lonicera
  • Philadelphus coronarius
  • Ipomaea
  • Lathyrus latifolius
  • Abies alba
  • Viburnum opulus
  • Vitis quinquefolia
Coníferas e diversos tipos de relva também são apreciados.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

CITES ,procedimentos

       Informação para saber o que devem fazer os criadores que pretendem obter o registo e os documentos CITES para continuar a criar e vender as suas aves.


Registo de aves:
1 - Identificação do criador (nome completo, morada onde são detidas as aves, contacto telefónico, BI e NIF)
2 – Documentação das aves a legalizar ou Declaração de duas testemunhas, que atestem ser criador e/ou dono das aves a registar (só quando as aves não têm documentação de origem e tem de ser acompanhado com cópias dos BI´s das testemunhas).
3 - Relação de todas as aves obrigatoriamente anilhadas ou microchipadas:
  • espécie - nome científico,
  • anilha alfanumérica ou microchip,
  • se é criado em cativeiro ou de origem selvagem,
  • país de origem ou onde foi criado em cativeiro,
  • declaração de cedência, ou factura, com indicação do número do certificado comunitário CITES ou dos CITES dos progenitores.
4 – Para espécimes de espécies dos anexos B ou C, do Reg.(CE). Nº 709/2010, de 22 de Julho da Comissão, cada Certificado pode conter um mínimo de 1 ave e um máximo 6 aves (dependendo da informação disponível sobre o espécime, número da anilha ou do microchip, sexo e idade), da mesma espécie, sendo o custo de 25 euros cada certificado.
5 – Para espécimes de espécies do anexo A, do Reg.(CE). Nº 709/2010, cada Certificado apenas pode conter 1 ave (sempre com as referências indicadas em 3), sendo o custo igualmente de 25 euros cada certificado.

Nota 1: a taxa aplicável aos pedidos efectuados para emissão de certificados até 72 horas, considerados urgentes, é acrescida de uma taxa de 20 € (de acordo com a Portaria nº 1178/2009, de 7 de Outubro).

6 – Estes Certificados são pedidos em formulário próprio disponível no site do ICNB (www.icnb.pt) – Certificados Comunitários

Para tal:
a). entrar em: www.icnb.pt , Serviços online;
b). proceder ao seu registo;
c). Seleccionar Formulários
d). Seleccionar Certificados Comunitários;
e). Preencher o formulário de pedido;
f). submeter
g). anexar os documentos pertinentes, isto é factura de aquisição ou documento de cedência. Na ausência destes documentos poderá enviar duas declarações de duas testemunhas, que não podem ser seus parentes directos, a atestar, sob compromisso de honra, em como os espécimes foram adquiridos legalmente. A estas declarações deverá juntar cópia dos BI/CC das testemunhas.

7 -- enviar.

Registo dos criadores:

1 - Os criadores devem fazer o registo de criador no ICNB, ao abrigo da Portaria n.º 07/2010, de 5 de Janeiro, válido para os criadores de aves exóticas CITES e todas as aves autóctones (Europeias).
2 - Este registo é efectuado em formulário próprio disponível no site do ICNB (www.icnb.pt) – Registo de Criador ao abrigo da Portaria n.º 07/2010, de 5 de Janeiro:

a). entrar em www.icnb.pt;
b). Seleccionar Cidadãos e Entidades;
c). Seleccionar Formulários;
d). Seleccionar registo ao abrigo da Portaria nº 7/2010.
e). Preencher o documento e enviar para: cites@icnb.pt

Nota 2: Atenção, as aves que são adquiridas devem ser acompanhadas de:
  • Declaração de cedência do criador, com CITES ou CITES dos progenitores
  • Factura do criador ou loja, com cites ou cites dos progenitores,
3 – A cada registo de criador devem ser anexados os pedidos de Certificados Comunitários, caso se estejam a efectuar os pedidos de licenciamento dos espécimes e de registo ao mesmo tempo, ou indicados os números dos certificados comunitários de espécimes já legalizados.
4 – Ao registo de criador é aplicável uma taxa de 125€ no acto de inscrição e de 50€ anuais para os averbamentos a enviar até final do mês de Fevereiro de cada ano.

Nota 3: NÃO EFECTUAR QUALQUER PAGAMENTO NA ALTURA DOS PEDIDOS

Nota 4: GUARDAR CÓPIA DE TODOS OS DOCUMENTOS ENVIADOS AO ICNB

DECLARAÇÕES TIPO

1 – Criador:
Eu, _____ (nome completo), portador do bilhete de identidade Nº ________, declaro sobre compromisso de honra que sou criador nacional e proprietário das seguintes espécies: (listas das aves - só nomes científicos)

2 - Testemunhas:

2a -Eu, ____ (nome completo), portador do bilhete de identidade Nº ________, declaro sobre compromisso de honra que ______________ (nome completo), portador do bilhete de identidade Nº ________, é criador das seguintes aves: (listas das aves - só nomes científicos) é proprietário das mesmas, desde ______ (ano) ou que as adquiriu legalmente num estabelecimento comercial ou num criador devidamente registado.

2b -Eu, _____ nome.... etc.

Todas as declarações têm de ser acompanhadas com cópia dos bilhetes de identidade (frente e verso).

Mais informação em:
in : http://bloggerbirds.blogspot.com/

terça-feira, 15 de junho de 2010

Melhoramento de côr e porte

Uma das tecnicas usadas para melhorar a cõr e o porte das aves é a seguinte:

1 Macho, 2 Fêmeas:

  • Acasala-se o macho com as duas femeas (uma de cada vez, claro)
Dos filhos da Fêmea1 e da Fêmea 2  formam-se um ou mais casais e obtem-se as crias desejadas.

Das filhas que sairem de ambas as fêmeas vai-se acasalar uma fêmea com o pai e obtem-se as crias desejadas.


De entre os filhos daí resultantes poderão fazer-se mais casais...

   Este principio básico aplica-se não tendo em conta se as mutações são recessivas, dominantes ou dominantes ligadas ao sexo. Ao acasalar as aves já tem de se ter isso em conta, bem como as aves portadoras que surgem desses acasalamentos e trabalhar com elas para se atingir o objectivo pretendido.

Distinção sexo nos Bichenov

   Uma das diferenças de sexo nos Bichenov é visivel na extremidade da cabeça onde no macho a mancha de cor negra é maior e mais definida que na fêmea.
   As aves da foto são um casal reprodutor.

sábado, 10 de abril de 2010

Bengalim Pérola

     A mutação perlado surgiu nos anos 80 .
     À primeira vista, na mutação pérola parece que o negro deu lugar a cinza mas afinal foi a castanho, criando aves que são mais ricas em contraste. Tal  como são o preto castanho e preto cinzento, aves de cor mais uniforme.
     Em combinação com o preto e o cinza, o "cinza pérola" apresenta uma cor mais uniforme tipo uma cor prata que mais parece de alumínio.
          A diferença entre os sexos é bastante óbvia na mutação "pérola" em que as fêmeas são mais uniformes na cor e os machos apresentam maior contraste.
     O cruzamento entre um macho e uma fêmea preto castanho dará uma ninhada de pérolas e pretos castanhos. Sem excepção, os preto castanho serão todos machos, enquanto os pérolas serão todos fêmeas. O cruzamento de um macho preto cinzento com uma fêmea cinza pérola dará pretos cinzentos, machos e fêmeas. Estes resultados apontam para uma mutação recessiva ligada ao sexo, e comparados com a forma ancestral.
     O cruzamento de um macho cinza pérola com uma fêmea preto cinzento dará fêmeas cinza pérola .
  

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Bengalim cremino

       Mutação ligada ao sexo o que significa que só os machos são portadores dessa mutação. O factor ino reduz a melanina logo a sua redução resulta num castanho claro que não é creme. O mesmo acontece com o cruzamento com preto castanho em que há redução da intensidade de castanho. Os melhores resultados obtêm-se cruzando com castanho o que indica que a coloração depende do gene negro, presente no castanho ou preto castanho.
O cruzamento com ino é desaconselhado, logo o ideal será com um bom castanho o que resultaria em:
Macho castanho portador de ino x fêmea portadora ou macho ino com fêmea castanho.
A qualidade melhora com o cruzamento com aves portadoras e normais.
No factor ligado ao sexo (cremino ou ino cinzento) deve-se eliminar o factor pastel pois provoca uma coloração demasiado clara.
Ao seleccionar um cremino para reprodução deve-se ter em atenção o seguinte;
- a cor do corpo á luz, cor irregular, as variações da cor da asa.

A melhor combinação é com castanho e cremino.
Macho castanho x fêmea cremino (castanho)
50% machos castanho portador cremino e
50% fêmeas castanhas
Macho castanho portador cremino x fêmea cremino
25% machos castanhos/cremino
25% machos cremino castanho
25% fêmeas cremino castanho
25% fêmeas castanho
Macho cremino castanho x fêmea castanho
50% machos castanho portador cremino e
50% fêmeas cremino castanhas

Esta última combinação tem a vantagem de o cremino no primeiro ano saírem todos fêmeas e apenas ao segundo ano saem machos ino.
Tendo um bom castanho pode-se obter o mesmo com um preto castanho pouco intenso, mais preto castanho.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010